24 Julho 2009

MV Bill se esquiva de polêmica e fala sobre o que falta no rap nacional

Por MAYRA MALDJIAN

MV Bill


Um dos rappers de maior visibilidade nacional, MV Bill engatou uma miniturnê pelo Brasil. Antes de seguir para Minas Gerais, ele realiza hoje seu último show na capital paulista, na Casa das Caldeiras, à 1h. O MC carioca fez outros dois shows na cidade: o primeiro aconteceu no sábado (18), no Hole Club, e o segundo nesta quinta-feira (23), no Ébano Bar.

O Mensageiro da Verdade, significado da sigla inicial de seu nome, conversou com o Guia da Folha Online sobre a quantas anda o rap nacional e sobre seu novo trabalho --o DVD, "Despacho Urbano", em que interpreta suas rimas na companhia de uma banda de rock.

No entanto, evitou falar da polêmica levantada por Diogo Mainardi, colunista da revista "Veja", em seu blog. No texto, o jornalista afirma que os direitos autorais do livro "Falcão: Mulheres e o Tráfico", "em vez de pertencerem a MV Bill e a Celso Athayde [os autores da publicação], pertencem à fornecedora da Petrobras, a R.A. Brandão Produções Artísticas". A fornecedora teria recebido R$ 4,5 milhões da Petrobras para tocar projetos como o de Bill, lançado pela editora Objetiva. De acordo com o rapper, que publicou uma nota de esclarecimento oficial em seu blog e evita falar sobre o assunto com a imprensa, a publicação do livro "não teve nem tem nenhum envolvimento da Petrobras, o verdadeiro alvo da publicação".

Conhecido por seu engajamento social com comunidades carentes do Rio de Janeiro, em especial a Cidade de Deus, onde cresceu, MV Bill é um dos agitadores da ONG Cufa (Central Única das Favelas), da qual também participa Celso Athayde.

Enquanto MV Bill não leva a banda do DVD ao palco, a MC Kmila, o DJ Tony e o violinista Antonio Rodrigues o acompanham nos shows. "Ainda não consegui organizar tudo para fazer a turnê do DVD, apresentar minhas rimas novas com a roupagem rock'n'roll, mas foi bom ver o público cantando meus trabalhos antigos e os mais recentes, tudo na ponta da língua".

Leia a entrevista completa:

Folha - Por que o rock?
MV Bill - O rock foi escolhido porque, junto com o hip hop, são os ritmos musicais que, há duas, três décadas, mais movimentam e mobilizam a juventude no mundo inteiro. É uma junção que já aconteceu em outros momentos, são dois ritmos que já dialogam. Apesar de saber que esse é um tipo de projeto que nenhuma gravadora aceitararia com facilidade, eu queria trazer minha versão. Em tempos de crise, elas não estão afim de ousar muito. E, curiosamente, eu consegui essa ousadia de forma independente, contando com pessoas que acreditaram no meu trabalho e trabalharam por amor, sem cobrar nada. Além disso, meu trabalho recebe, pela primeira vez, uma qualidade audiovisual que nunca teve. Aproveitei também para reunir todos os meus videoclipes, que são 11, alguns inéditos, alguns remasterizados. Acabei transformando esse DVD em material de colecionador, para quem curte meu trabalho poder ter toda a obra.

Folha - Videoclipe. Está aí um recurso que o rap não usa muito...
MV Bill - Na verdade, acho que no rap falta muita coisa ainda, inclusive profissionalização. Assim, um maior cuidado com o próprio trabalho. Tem muitos grupos novos, da nova geração, que são bons, mas que às vezes não levam com a seriedade e o profissionalismo que a música merece. Eu sempre levei meu trabalho tentando ser profissional e ao mesmo tempo tentando não pirar por conta dessa profissionalização, e acho que o DVD sintetiza muito bem minha carreira até aqui e de uma forma muito bem cuidada. E o mais legal de tudo é poder fazer com que essa qualidade chegue até as pessoas por um preço muito baixo, R$ 5. Primeiro porque a gente combate os preços abusivos, mostrando que é desumano um DVD a R$ 40. Em momentos de crise financeira, crise fonográfica, a gente faz com que nossa música chegue de forma muito mais rápida e fácil até as pessoas.

Folha - O que falta, então, para o rap nacional dar um passo à frente?
MV Bill - Existe ainda um preconceito muito grande das rádios, que têm preferência explícita pelo hip hop americano. As emissoras de videoclipe também têm essa preferência, principalmente o Multishow, que deixa claro que não passa nada de hip hop brasileiro. E tem a questão das próprias produções, que acho que têm sempre que dar uma melhorada, procurar melhorar. Mas acho que isso é uma transição natural. Eu estou achando muito bom que o hip hop está passando por uma renovação, porque é uma chance de todo mundo rever conceitos, rever postura, rever letras, rever o que pregou, os erros de cada um. Acho que isso está sendo bom para dar uma reciclada, uma respirada, para abrir espaço para os grupos novos mostrarem seu trabalho.

Folha - E aquele clipe com o Caetano Veloso? Nunca mais vi passar, só na época que lançou.
MV Bill - Pois é, esse foi mais um caso que representa isso que eu estava te falando. Por mais que o hip hop faça boa música, bons clipes, às vezes não tem espaço. Esse foi um videoclipe que eu ganhei de presente do Bruno Bastos, de produtora chamada O2. Ele disse que se amarrava no meu trabalho, que achava os meus últimos videoclipes muito bons, mas que poderia fazer algo muito melhor. O moleque era um ousado mesmo, então eu topei na hora. Tiveram aquela ideia de colocar o esparadrapo na boca do Caetano e ele aceitou tudo numa boa. E depois dessa correria, a pouca exibição do videoclipe na televisão não justificou todo o trabalho. Não que o Youtube, por exemplo, não seja importante, mas se fosse para criar algo para a Internet não teríamos gasto tanto dinheiro para fazer em película. Mas acho que com o hip hop voltando a respirar, isso pode mudar. Na minha opinião, o rap é um dos estilos de música no Brasil que mais tem condições de fazer os clipes mais incríveis, por conta do que aborda.

Folha - Da nova geração, quem tem feito coisa boa?
MV Bill - Na verdade eu conheço muita coisa, porque lá no Rio eu tenho um programa de rádio sobre hip hop. Sou ouvido em várias partes do Brasil, porque é um programa só de hip hop nacional. Isso envolve todo um trabalho de pesquisa. Buscamos músicas de várias partes do Brasil, mas aquelas com um pouco mais de qualidade, melhor produzidas, mais benfeitas. Tem um rapaz no Rio chamado Romeu R3, ele foi o destaque do RPB Festival, que é um festival de rap popular brasileiro, organizado pela CUFA, com concorrentes do Brasil inteiro; tem também um grupo do Rio Grande do Sul chamado Rafuagi. Aqui de São Paulo tem um cara chamado Emicida, que é muito bom também. Não o conheço pessoalmente, mas já ouvi coisas dele na Internet e achei bem legal.

Folha - E shows lá fora, tem alguma coisa marcada? Você já foi para a Europa há muito tempo, não?
MV Bill - Eu sou bastante convidado por Portugal, acho que por conta da língua, por Angola, Moçambique, Guiné-Bissau, Cabo Verde, mas as propostas não têm sido legais. Eu já tive algumas experiências no exterior que não foram muito boas. Eu fui pra Nigéria para participar de um festival de cinema, e as condições precárias do país me deixaram um pouco chocado. Para que sair de casa com tanta coisa para fazer em nosso próprio país? Ir passar perrengue lá longe. Isso me assusta um pouco. Eu tenho fobia, pavor, pânico dessas paradas, então prefiro ficar por aqui. Já tive oportunidade de ir pra Europa sim, e foi legal, porque o que me moveu para lá não foi meu trabalho musical somente, foi o conjunto da obra, foram os meus feitos sociais. Naquela época era "Cabeça de Porco" o livro que estava em evidência e minha música foi um complemento de tudo isso. Foi muito bom que o que eu pude fazer lá é uma coisa que eu tenho feito muito aqui no Brasil também, que é unir palestras e show. Às vezes, eu chego mais cedo no lugar, troco uma ideia com a juventude e depois toco à noite.

Folha - "Falcão: Mulheres e o Tráfico" é seu livro mais recente. O que ele te trouxe de resultados?
MV Bill - Nossa grande escola é a nossa própria realidade. Minha e do Celso [Athayde], nossa origem. Eu sou da Cidade de Deus e ele da Favela do Sapo, em Senador Camará. Acho que aqueles anos todos de pesquisa nos deram muita experiência, muito conhecimento, muitas histórias também. Tanto que para confeccionar o livro não precisamos recorrer, voltar às favelas. Com as histórias que já tinham sido coletadas, a gente só tentou dar a continuidade. E na continuidade a gente descobriu que quem tinha sobrevivido eram somente as mulheres e o quão dura e próxima do crime era a vida delas.

Folha - Você já tinha outro livro na praça, então não foi difícil colocar esse no mercado?
MV Bill - Eu e o Celso tivemos uma experiência anterior com o "Cabeça de Porco", que não foi escrito só por nós, mas teve a participação importantíssima do Luiz Eduardo Soares [autor de "Elite da Tropa" (2006)]. Na verdade, ele nos encorajou bastante, ele tinha acesso aos nosso textos e pedia para que a gente publicasse, que seria muito bom. Então, começamos a confrontar nossos textos e a ver que ali existiam muitos pontos em comum e que seriam muito interessantes para os leitores. O feedback foi bom, as pessoas comentavam sobre a parte técnica, do Luiz, e a parte também quase cinematográfica que eu e Celso demos à obra. Começamos a tomar gosto por aquilo e depois dessa parceria com o Luiz seguimos nosso próprio caminho.

Folha - E o apoio financeiro para o livro? Ele foi publicado pela Objetiva com apoio da R.A. Brandão, que por sua vez recebia incentivo da Petrobras. Como estouraram as acusações sobre o mal uso desse dinheiro?
MV Bill - Não tivemos o apoio de ninguém. Quem fez o livro fomos eu e Celso. E ele saiu pela Objetiva. Minha resposta para isso tudo está no meu blog, não tenho muito mais a dizer.

Folha - Qual seu envolvimento atual com a Cufa e a comunidade onde você nasceu?
MV Bill - Lá eu deveria ser coordenador. Mas não dá para ser coordenador estando aqui em São Paulo três dias, por exemplo, fazendo show. Eu sou presidente de honra. Tem os coordenadores, os oficineiros, que cuidam de tudo lá. As atividades se modificam de acordo com cada base, com cada cidade. Na Cidade de Deus, por exemplo, tem aula de teatro, break, skate, basquete de rua, grafite, tem as salas com os computadores para acesso à Internet, tem sala de leitura, curso de audiovisual. Todo mundo tem acesso, não paga nada, mas como não temos uma estrutura gigantesca as vagas são limitadas.

Folha - O rap nacional passou por uma fase de rimas mais amarguradas, que predominavam sobre letras mais descompromissadas com a questão social e política do país. Como você vê isso tudo hoje em dia?
MV Bill - Existiu um período em que houve um entendimento errado dos próprios caras que faziam hip hop. Para eles, fazer rap de sucesso era sinônimo de falar do crime, mesmo sem ser do crime. Isso acabou se tornando a receita do sucesso. Então as músicas começaram a soar falsas, irreais. No entanto, a música rap foi a única que falou por muitos sobre a questão da criminalidade. E essa questão é muito séria até hoje dentro das comunidades --alguns jovens, por questões sociais, acabam sendo empurrados para esse único caminho. E o rap contribuiu para isso de alguma forma, à medida que pregava que o legal era isso, ser bandido. Mas as pessoas cansaram de ouvir isso. Eu, por exemplo, sou um cara que desde o primeiro disco tenho música que fala de festa, de amor. Tanto que a minha música de maior repercussão atualmente, a "Estilo Vagabundo", fala da briga de um casal. Ela não tem nada de questão social, apesar de essa parte ganhar mais expressão em mim, porque eu não só canto, eu faço. Mas ainda tem muita coisa a ser feita no rap. Tem amigo da minha mãe que nem sabe que existe rap nacional, só conhece os gringos. Isso mostra que estamos muito no começo de tudo ainda.

Folha - Por que você ficou tanto tempo sem vir para São Paulo?
MV Bill - Há uns anos rolava um esquema de jabá no rap. Tínhamos que pagar para a rádio um valor em dinheiro para que nossa música tocasse. Além de ter que fazer isso, geralmente o produtor escolhia a música mais violenta, e isso incentivava os grupos a fazerem mais letras desse tipo. Isso acabou dando uma matada no rap. Você via uns caras bem-nascidos, com uma família legal, falando de crime e ainda achavam que era coisa dos "boys" falar português correto. Eu não aguentei isso e resolvi sair desse esquema. E tinha outro problema também. Começaram a fazer festa com 15 grupos na programação. As pessoas não tinham como assistir show de ninguém, os grupos tocavam cada um 20 minutos de qualquer maneira, sem passar o som. Tinha grupo entrando no palco 8h da manhã. Lembro uma vez, no Reggae Night, que eu saí do palco às 7h da manhã e o Sabotage esperando para entrar às 8h. Então, eu vi aquilo acontecendo comigo e caí fora. Mas, agora, fico feliz por isso ter acontecido. Não por ter ficado três anos sem tocar aqui, mas por poder voltar e enxergar uma nova cena, conhecer pessoas com a mente mais aberta.

Folha - E sábado, que foi seu primeiro show aqui, o que você sentiu do público?
MV Bill - Primeiro eu senti claustrofobia, estava muito cheio e quente (risos). Mas senti uma ansiedade mútua: eu estava muito afim de tocar e eles de assistirem ao show. Foi uma das melhores participações minhas em palcos de São Paulo. Já toquei em várias festas legais, mas esse momento foi legal porque foi um momento de reencontro. Encontrar São Paulo cantando músicas novas e antigas na ponta da língua. O público bem eclético. Tinha muita menina e isso é muito bom, porque antes era só homem na plateia.

Fonte: Guia da Folha Online


18 Julho 2009

Krizz Kaliko - Genius (2009)




1. Intro
2. Chip On My Shoulder
3. Genius
4. Back Pack
5. Doe Doe (ft. E-40)
6. Get Off (ft. Tech N9ne)
7. Butt Naked Fun
8. Getcha Life Right (ft. Skatter)
9. Love You 2 Death
10. Misunderstood
11. Bipolar
12. Dead Wrong
13. So High (ft. Tech N9ne & Kutt Calhoun)
14. The Chemical
15. She'll Do (ft. Kutt Calhoun )
16. Be Right Back (ft. Tech N9ne)
17. Hum Drum (ft. Tech N9ne)
18. Happy Birthday (ft. Tech N9ne)
19. Choir Boy
20. Outro



13 Julho 2009

Sir Mix-A-Lot - Playlist The Very Best Of (2009)






















1. Buckin' My Horse
2. Baby Got Back
3. Why Do Rappers Lie?
4. Posse On Broadway (Thunder Mix)
5. Put 'Em On The Glass
6. Posin' Like A Playa
7. Posse On Broadway
8. Testarossa
9. My Hooptie
10. Baby Got Back (Rock Mix)
11. Pimp Wit It
12. I Checks My Bank
13. Buttermilk Biscuits (Keep On Square Dancin')
14. Beepers



Quem for das antigas como eu, ou melhor, for velho como eu, curtiu muito esse som aqui nas baladas de rap:

Sir Mix-A-Lot - Posse On Broadway

Aviso II: Rádio do Blog!

Bom pessoal, eu refiz a rádio do blog fazendo uma 'gambiarra virtual' que eu não sei se realmente vai dar certo, por enquanto tá dando.
Não vou mais usar o Imeem, vou usar o Mixpod, embora ele não ofereça a possibilidade de upload de mp3, ele só oferece um player que toca os links de mp3, as músicas você tem que hospedar em outro servidor. Aí entra a gambiarra...

Tive que fazer upload das músicas no zShare, depois abrir o código fonte da página do zShare onde o arquivo toca, encontrar o link do arquivo no código do player do zShare, e depois ir colando link por link no player do Mixpod.

Deu um trabalhão, por isso a rádio agora tem só 36 músicas das mais de 50 que tinham na rádio feita no Imeem, mas aos poucos eu vou aumentando e mudando os sons.

Quem sempre acompanhou o blog sabe que em algumas postagens eu escolho uma música do álbum, colocando um miniplayer do Imeem para tocá-la. Como eu já disse, eu não vou mais usar esse servidor, daqui pra frente quando eu quiser divulgar um som do álbum, eu vou proceder da seguinte forma:

Exemplo:

Twista - Talk To Me



Quem quiser só ouvir aperta o play, e quem quiser baixar o som que estiver tocando no player basta clicar no link com o nome da música. O Download é automático!

É bom porque muitas vezes a pessoa só quer aquele som que toca na postagem e acaba tendo que baixar o álbum todo.

Caso a rádio comece a dar erro, por favor me avisem!

Muita PAZ!

Steel t.c.c. Lôko do Cerrado

09 Julho 2009

Tha Realest - Witness Tha Realest (2009)























1. Kuz It Just Ain’t N U
2. Witness Tha Realest Ft. Fat Joe
3. N Luv Wit Ah Ghetto Gurl Ft. J. Valentine
4. Grown Ass Man Ft. C-Bo
5. That’s Juss Lyfe Ft. Crooked I And Val Young
6. Peep’N Game Ft. Ray J
7. Memory Lane
8. Somthin Like A Pimp Ft. Sean P. Of The Youngbloodz And Devin The Dude
9. When Ya Time Iz Up
10. Ice Kold Ft. Edi From The Outlawz
11. Number 1 Hoe
12. Mind Of Ah Madman Ft. Yukmouth And WC
13. Do What It Do
14. Get It N
15. Y I Keep My Burna On Me
16. Tha Good Lyfe
17. All Or Nuthin



Esse álbum já era esperado há um bom tempo, e saiu muito louco, o cara tá entrando com tudo no jogo. Não se assuste se hora ou outra você achar que o Tupac tá participando do som, o vocal parece mesmo tem horas.

Eu gostei porque é um álbum diferente de tudo que tá rolando aí, alguns sons lembram o bom e velho Gangsta Rap. Enfim, não vou ficar falando muito, baixe o álbum e pire no som! Destaque pra música tema do álbum "Witness Tha Realest", que instrumental chapado é esse?

E pra curtir um momento nostalgia, tem a faixa 10 que lembra Tupac e Outlawz cantando junto de novo, escuta aí:

Ice Kold - Tha Realest feat. Edi from Outlawz


Links Atualizados!

Os 4 links do Fugees tinham expirado, mas agora já estão atualizados, quem não conseguiu baixar pode clicar nas capas abaixo e fazer download!

(clique na capa)

(clique na capa)

(clique na capa)

(clique na capa)

07 Julho 2009

Michael Jackson - The Ultimate Collection - 4CD (2004)






















CD1

01. I Want You Back 03:00
02. ABC 02:58
03. I'll Be There 03:58
04. Got To Be There 03:23
05. I Wanna Be Where You Are 02:58
06. Ben 02:45
07. Dancing Machine (Single Version) 02:38
08. Enjoy Yourself 03:41
09. Ease On Down The Road (Ft. Diana Ross) 03:20
10. You Can't Win (From The Wiz) 07:18
11. Shake A Body (Early Demo) 02:08
12. Shake Your Body (Down To The Ground) 03:46
13. Don't Stop 'til You Get Enough 06:04
14. Rock With You 03:41
15. Off The Wall 04:06
16. She's Out Of My Life 03:38
17. Sunset Driver (Demo) 04:04
18. Lovely One 04:50
19. This Place Hotel 05:44





CD2

01. Wanna Be Startin' Somethin' 06:04
02. The Girl Is Mine (Ft. Paul Mccartney) 03:42
03. Thriller 05:59
04. Beat It 04:19
05. Billie Jean 04:54
06. Pretty Young Thing (Demo) 03:47
07. Someone In The Dark 04:55
08. State Of Shock (Ft. Mick Jagger) 04:31
09. Scared Of The Moon (Demo) 04:42
10. We Are The World (Demo) 05:21
11. We Are Here To Change The World (From Captain EO) 02:53



CD3

01. Bad 04:08
02. The Way You Make Me Feel 04:59
03. Man In The Mirror 05:20
04. I Just Can't Stop Loving You 04:14
05. Dirty Diana 04:42
06. Smooth Criminal 04:18
07. Cheater (Demo) 05:10
08. Dangerous (Early Version) 06:41
09. Monkey Business 05:46
10. Jam 05:40
11. Remember The Time 04:01
12. Black Or White 04:17
13. Who Is It (IHS Mix) 07:58
14. Someone Put Your Hand Out 05:26





CD4

01. You Are Not Alone 06:02
02. Stranger In Moscow 05:46
03. Childhood (Theme From Free Willy 2) 04:29
04. On The Line 04:54
05. Blood On The Dance Floor 04:13
06. Fall Again (Demo) 04:23
07. In The Back 04:32
08. Unbreakable 06:27
09. You Rock My World 05:09
10. Butterflies 04:40
11. Beautiful Girl (Demo) 04:04
12. The Way You Love Me 04:31
13. We've Had Enough 05:45





Ae rapa, como tinha prometido (via Twitter) taí um álbum 'Quádruplo' do Michael Jackson. Hoje foi o velório dele e minha homenagem é essa postagem. O álbum tem as melhores músicas de toda a carreira de Michael Jackson. Eu só vou postar esse álbum, não vou colocar a discografia dele, quem quiser mais álbuns é só procurar pelos blogs da vida que a maioria já postou todos.

Não vou falar muita coisa sobre o cara porque todos os tipo s de mídia já disseram, só posso dizer que as músicas dele fizeram parte da minha vida também como na de muitos, e que indiscutivelmente o talento dele é inigualável.

R.I.P.



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