29 Outubro 2009

A Festa Subsolo está de volta!




Informações:


www.twitter.com/Diego_157

Mos Def faz shows no Brasil em dezembro!



O rapper americano Mos Def será a principal atração do festival Indie Hip Hop em 2009, em Santo André, na Grande São Paulo. Com o álbum "The Ecstatic" recém-lançado, ele é considerado um dos maiores rappers da atualidade e deve se apresentar nos dias 4, 5 e 6 de dezembro.

Mos Def também é ator, já atuou em produções de cinema como o filme "Rebobine, Por Favor", de Michel Gondry, e chegou a concorrer a prêmios como premiações como Grammy e Emmy.

No ano passado, o Indie Hip Hop trouxe Talib Kweli, com quem Mos Def formou o duo Black Star. O festival também já trouxe ao Brasil outros grandes nomes do rap, como Pharoahe Monch, De La Soul e Jurassic 5.

Bill Cosby se une a artistas de hip-hop para CD "Emergency"

LOS ANGELES - Bill Cosby não canta nem faz rap em seu trabalho mais recente, mas reuniu pessoas que o fazem. "Bill Cosby Presents the Cosnarati: State of Emergency" é um CD de hip-hop de conscientização social que foca as questões críticas que afetam os jovens. O projeto independente foi lançado dia 19, numa reunião pública virtual em Nova York. 19_MHG_billcosbyApresentado pelo humorista, ator, educador e autor Bill Cosby e pelo Cosnarati Band, o evento incluiu a primeira apresentação pública, pela banda, de várias canções de "State of Emergency". Essas canções estarão disponíveis nas lojas online na terça-feira. O lançamento físico e digital do álbum será em 24 de novembro.

"State of Emergency" é o acompanhamento em áudio de "Come On People", livro de 2007 co-escrito por Bill Cosby e Alvin F. Poussaint. Produzido por Williams "Spaceman" Patterson, colega musical de longa data de Cosby, o CD conta com o talento dos rappers convidados e ativistas sociais Jace the Great, Brother Hahz e Supa Nova Slom. Entre os temas das faixas estão a frustração, a prisão e o respeito pelas mulheres.

Cosby, que concebeu os conceitos das letras, diz que estas tratam da raiva e frustração sentidas por muitas pessoas. "Eu propus as ideias e pedi a eles que refletissem a fundo sobre elas, mas não precisei incentivar muito. Eles reagiram mais ou menos dizendo 'obrigado, dr. Cosby. Queremos fazer isso'."

Supa Nova Slom acrescentou: "O dr. Cosby ofereceu sua sabedoria de homem mais velho, nós trouxemos nossa malandragem jovem e a interpretamos em hip-hop. Nossa geração e a sociedade como um todo estão numa encruzilhada da sobrevivência; os tempos que vivemos exigem uma reabertura deste capítulo do hip-hop."

Mencionando as reações contrárias que enfrentou devido a suas declarações polêmicas sobre a comunidade afro-americana, Cosby defende o álbum. "As pessoas que não querem que o projeto dê certo dirão que sou um velho ranzinza que rejeita os pobres e os jovens," disse ele. "Mas esses rappers são homens jovens que estão deturpando a verdade sobre o lado urbano da vida. Está na hora de alguma coisa mudar."

Fonte: G1

28 Outubro 2009

Hip hop nas alturas!

Já é quase esquecida a época em que o Alto José do Pinho, em Casa Amarela, era festejado como "a periferia mais rica culturalmente em todo o Recife".

Situado no coração da Zona Norte, ainda é a sede de diversos e emblemáticos grupos da música pernambucana. Tem o maracatu do Estrela Brilhante, o afoxé do Ilê de Egbá (ambos credenciados pelo MinC como Pontos de Cultura). Também continuam morando no Alto os músicos das bandas Devotos (punk rock de Cannibal, Neilton e Cello) e Faces do Subúrbio, cujo rap continua sob o comando do cantor e compositor Zé Brown. É Brown quem conta que, até hoje, recebe convites para sair do morro e se estabelecer em um centro de mercado mais ativo, como São Paulo. "Nunca quis sair de vez, por causa da gurizada, né?", diz o rapper, que hoje teme pela volta da má fama do Alto José do Pinho, gerada em parte pelo preconceito de quem não conhecia e nunca tinha subido o morro.

Na efervescência cultural da música pernambucana, início dos anos 1990, e por toda a década, a comunidade passou a ser exemplo de subúrbio cultural ativo e autossuficiente. Era festejada pelos músicos, pela mídia local e por moradores mais engajados, que comentavam como o bairro "havia saído das páginas policiais para ocupar os cadernos culturais do estado". Hoje, o crack ameaça a imagem que o Alto plantou na cidade. Os pais temem pelos filhos que querem brincar soltos, nas ruas, como sempre foi. Uma história que diariamente preocupa quem ainda mora e quer fazer de lá um lugar seguro e bacana. Zé Brown conta que esse pensamento está no centro de seus projetos com garotos da comunidade.

Pelo menos duas vezes por semana, ele reúne dezenas de meninos e ensina a arte do break, com apoio de uma escola local. Já deu oficinas de rima e de DJ. Hoje, promove no Alto José do Pinho a primeira de algumas festas mensais, cujo objetivo é retomar o movimento cultural do bairro. Além de ser oportunidade para os meninos que hoje estão aprendendo alguma coisa na música. "Eles fazem aulas durante a semana, mas não têm lugar para praticar. Vamos cultivar o hip hop na comunidade e revelar os novos talentos", diz o rapper. Entre as promessas está a banda Os Maletas, que faz uma mescla de funk e hip hop. O projeto Hip Hop Geral pretende trazer rappers de fora para interagir com as bandas locais. Nessa primeira edição do evento, o nome é o MC Sombra.

Jorge Antônio Andrade de Jesus Santos, o Sombra, nasceu em Guarulhos, hoje mora na capital e está lançando seu primeiro trabalho solo, Sem sombra de dúvida. Apesar de paulistano, traz na sua música um sotaque nordestino revelado no som de pífanos e em outros elementos regionais. "No meu show tem eu, um DJ, um backing vocal e Curiato, que chega na percussão. Comecei ouvindo rap aos 16 anos. Me identifiquei com a realidade e pensei que queria ser um formador de opinião, uma pessoa que através da palavra cantada ia passar informação para as pessoas", conta Sombra.

Sombra e Brown agora são parceiros e pretendem apresentar, um ao outro, suas comunidades. "A ideia aqui é cultivar o hip hop no Alto, com proposta de festa, de show. O hip hop aqui rola com oficinas, com diálogos, mas tem elementos como o exercício do DJs, das rodas de break, que precisam ser praticados para o fortalecimento de quem tá fazendo e da comunidade", reforça Zé Brown.

Ritmo e Poesia Social!

Moradores de áreas menos favorecidas escolhem o rap, o hip hop e o break dance para manifestar o que já viveram no chamado "outro lado": do qual não sentem saudades. Tais movimentos surgem, ainda, como um caminho concreto e seguro a seguir.

Em uma das ruas estreitas do Castelo Encantado, uma casa chama atenção pelo grafite de traços coloridos e marcantes na parede. Ali é onde o rapper Erivan Produtos do Morro (é assim que ele se identifica), 27 anos, vive e mantém sua gravadora.

Na sala de entrada, ele recebeu a equipe do Zoeira e mostrou como trabalha. Com o auxílio de dois computadores munidos de programas de batidas eletrônicas - como o "Fruit Loops Studio", consegue dar sons variados a letras que falam de conscientização social.

Erivan explicou que o rap surgiu em sua vida por influência dos tios, que eram repentistas. "Nessa época, morava em Ipaumirim (CE) e ficava impressionado com o modo como os parentes faziam rimas com as palavras para falar de determinadas coisas", lembra. Sentindo mais afinidade pelo rap, o então garoto de 10 anos preferiu se dedicar à "improvisação poética sobre uma batida", o que, justamente, está na origem do significado do termo "rap" (Rhythm And Poetry - ritmo e poesia).

Sua primeira fita demo foi preparada, quando já morava em Fortaleza, em 1994, pelo pessoal do bairro Castelo Encantado. Depois, em 1997, Erivan formou o grupo "Conscientes do Sistema", tendo à frente, ainda, o amigo Joel. Com a banda, se apresentou, por 10 anos, em programas de rádio e festas em Fortaleza e outras cidades.

A banda se desfez em 2008 e, em seguida, Joel entrou para a igreja evangélica. Enquanto isso, Erivan partiu para a realização de mais um sonho e desafio: a carreira solo. Nesse período, contou, e muito, com a ajuda de Thiago Mancha, nome já conhecido na cena da cidade. "Já faz uns oito anos que conheço o Thiago e, quando me apresento com ele, tocamos músicas também de nomes como Marcelo D2 e Natiruts. Assim, consigo chegar perto de um público maior", observa.

Atualmente, Erivan celebra outra vitória: o lançamento do primeiro CD oficial, gravado em seu estúdio, o Produtos do Morro. Com 17 faixas, fala do cotidiano difícil de quem tem que ralar muito para sobreviver; de violência, drogas e prisão. Na capa, a mensagem é direta: "a vida é muito boa, meu chapa". "O objetivo agora é conseguir vender o meu trabalho e fazer o meu som tocar as pessoas. A verdade é que a gente só vale o que a gente tem e só o que eu tenho é a minha música", defende.

Como uma reflexão

Boné na cabeça, bermuda larga, cordão no peito, estilo descolado. Manoel Pereira Moraes, 29 anos, o Manoelzinho, é um dos representantes do rap da favela Verdes Mares.

Ouça as músicas:

Neguinho do Rap - Liberdade Conquistada



Erivan - Você Só Vale o Que Tem!!



Desde os nove anos curte o funk dos MC´s, os scratches nos vinis (aqueles movimentos nos discos com as pontas dos dedos, criando sons diferenciados). Por volta dos 16, influenciado pelos bailes que começou a frequentar, percebeu, no rap, um instrumento para fazer refletir e, ao mesmo tempo, criticar, a realidade difícil de onde morava.

E foi no estúdio de Erivan que ele gravou seu disco. Nas suas letras, temas como dor, alcoolismo, drogas e crimes.

Criado pelos irmãos, Manoelzinho afirma que, além da música, sua paixão é o filho Yan. E é o nome dele que tem tatuado no braço direito, que mostra com orgulho. "Desde pequeno sabia que, quando fizesse 18 anos, queria ter um filho para ser meu companheiro. Quando cheguei nessa idade, não perdi tempo", ressalta.

E o que o menino Yan acha da carreira do pai? "Ele tem mais juizo do que eu. Apoia o que eu faço, mas não teve a vivência que eu tive, por isso, não se sente chamado ao rap como o pai", acredita.

Salvação

"Ela é muito cruel e muito sofrida". É assim que Jozinildo Mário Dutra, o "Neguinho do Rap", define a vida. Aos 40 anos, conta que caiu na vida do crime e chegou a ser condenado. Agora está em liberdade condicional.

Nascido em Recife, morou em São Miguel Paulista (SP), quando acabou se deixando envolver pela marginalidade devido ao que chamou de "falta de oportunidade". Veio parar em Fortaleza e participou de mais "esquemas". Aqui ficou e acabou se afastando de sua ex-mulher e seus filhos, Jefferson, Jérbeson e Sabrina.

Jozinildo começou a dar uma guinada em sua vida quando virou o Neguinho do Rap, no período em que ainda estava na cadeia. Foi mais uma daquelas reviravoltas do destino que ocorrem quando menos se espera.

Ao falar desse momento de sua vida, ele se emociona. "Costumava ouvir programas de rap na rádio e fui me interessando pelo ritmo, principalmente pelas letras.

Como não sabia ler nem escrever, ele criava as músicas, as memorizava e fazia espécies de shows para os companheiros . Ao perceber que ali poderia ter uma oportunidade real e legal, Neguinho contou a uma promotora sobre a sua afinidade com o rap. Então, durante uma audiência, pediu ao juiz a chance de mostrar seu som e sua voz.

"Não vou esquecer aquele dia nunca. Me levantei e comecei a cantar, mesmo algemado. Mostrei o primeiro rap que havia escrito. O juiz falou que ali não era salão de baile, me repreendeu. Mas, eu disse que queria muito aprender a ler e escrever. Acho que meu pedido surtiu efeito porque, um tempo depois, enviaram um professor para me dar aulas", declara.

Hoje, com um CD pronto, o rapper pede a chance de ter sua música disseminada.

Hip Hop e Animes


Divulgação de animes, break dance e performances em vinis são trabalhos realizados pelo DJ Rafael sousa, ou apenas, DJ Rafael, 27 anos. Morador de Caucaia, ele movimenta a comunidade em prol do hip hop e suas vertentes. Ao seu lado, o irmão gêmeo, DJ Bell.

Fã do ritmo desde os anos 80, Rafael conta que foi, ainda criança, que começou a treinar o "beatbox" (arte de reproduzir sons de bateria com a voz, boca e cavidade nasal).

Já mais tarde, quando as emissoras de TV locais começaram a veicular animes como Naruto e Cavaleiros do Zodíaco, Rafael se interessou pelas mensagens intrínsecas a esses programas e começou a remixar as trilhas.

"Queremos levar às crianças e jovens que se interessam por animes e pelo hip hop a informação", explica.

Dentre os sonhos do DJ Rafael está a criação de um espaço para dublagem de animes, oficina de hip hop e break. "Nosso foco são os que precisam de um caminho. Eles podem achá-lo nesses movimentos culturais", defende.


Mais informações:

Erivan Produtos do Morro -
(85) 8816.2365
Email: erivanbeatbox@hotmail.com
www.myspace.com/erivanprodutosdomorro

Neguinho do Rap -
(85) 3282.2689/ 9124.5511

Manoelzinho -
www.myspace.com/vmnarima

23 Outubro 2009

Junto e misturado!

A batida que servia de base para a voz do MC se amplia e ganha outras referências  e a produção e a divulgação acompanham o ritmo e seguem a música na cultura hip hop.



Sabe aquela batida seca, um tum-tum ritmado, mas cansativo? No Ceará, não tem disso, não. Quer dizer, quase não tem mais. Hoje, a produção de rap no Ceará & Fortaleza, principalmente & quer usar pandeiro, sanfona e triângulo. Quer falar de problemas que os moradores do Pirambu, Conjunto Ceará, João XXIII e Bom Jardim vivenciam, quer ser entendido e, também, quer tocar nos gradientes e iPods de muita gente. Seja o grupo que escolheu fazer do rap um instrumento político, seja aquele que trabalha como muita gente: a música pela música.

``O nosso trabalho é criar estilos e tentar passar isso para os meninos & usando pandeiro, rabeca, acordeon``, conta Cristiano Silva, o DJ Doido, membro do Movimento Cultura de Rua (MCR), e da Central Única das Favelas (Cufa). Erivan Sales, o Erivan Produtos do Morro, nome também da gravadora que mantém no Castelo Encantado, no Mucuripe, concorda com a mudança. ``Alguns grupos queriam só fazer música estilo rap de São Paulo. Depois a ficha caiu, eles perceberam que você tinha que ser você mesmo. Aí o pessoal começou a fazer com estilo próprio. Tem uns caras que já tem uma ideia avançada, bota o rap com uma mistura de samba, de música nordestina``.

Rap do Nordeste

Dos grupos que recebe no estúdio, Erivan calcula que cerca de 80% deles já fazem a escolha pelas sonoridades provenientes do Nordeste, como o velho forró. ``Luiz Gonzaga é uma das maiores referências, mas colam também Jackson do Pandeiro``, detalha. E a mistura vale para o rap como vale para qualquer produção musical. Tendo como fiel amigo, claro, a cola ou o sample (técnica de recortar trechos de músicas). ``Minhas referências vão desde Baden Powell, passando por Agnaldo Timóteo, até Limão com Mel``, enumera Cristiano, que também é DJ do Comunidade da Rima e gerencia o estúdio Subversom Estúdio, no Centro.

Mas não só de música popular brasileira vive o rap. Outras sonoridades continuam se infiltrando na produção. Francisco Moacir Lobão Jr., o Lobão do MH2O, lembra que ``a MTV chegou com tudo, começou a mostrar o que era feito lá fora. Muita gente se deixou influenciar por isso, as batidas foram mudando. A preocupação maior era com a letra``. O discurso político, embrião do movimento hip hop, continua para uns. ``Para mim, a proposta do rap não é falar de amor, é falar que você mora num barraco que pode cair quando chove, que está cansado de comer ovo com salsicha``, acredita Erivan.

Mas para outros nunca foi prioridade. O Sol que guia os rapazes do Costa a Costa é ``apenas`` a música, o som. A escolha por fazer uma mixtape, em 2007, por exemplo, é parte disso. ``Há uma limitação de quem não trata o rap como música, que a sua arte possa ser inserida socialmente como arte. A gente tem se dedicado a isso: ampliar os horizontes, buscando outros públicos, dialogando com eles, independente de cor, raça, condição social``, finaliza. (Julia Lopes)

E MAIS:

  • Quer procurar os estúdios? O Produtos do Morro, fica na Avenida dos Jangadeiros, 265, no Castelo Encantado. Para falar com Erivan, liga para (085) 9127.3880 ou 8816.2365. Já o Subversom Estúdio fica na Avenida Tristão Gonçalvez, 789, Centro. O telefone de contato é 85.3227.2839.
  • Muitos vídeos podem ser encontrados no YouTube, como Fortaleza Noiada, com direção de Preto Zezé e Edmar Jr. (http://www.youtube.com/watch?v=Dz0BGThxD58)
  • A Central Única das Favelas do Ceará & Cufa-CE, sob a supervisão de Preto Zezé, já produziu três coletâneas. A última delas, Selva de Pedra, reúne 12 faixas e terá lançamento no dia 23 de outubro.
  • O rap cearense já ganhou prêmios nacionais. Em 2004, o Comunidade da Rima ganhou Prêmio Hutuz na categoria de melhor grupo de rap do Norte e Nordeste.
  • O programa Faz Barulho é veiculado aos sábados, das 18 às 20 horas, na Parreão FM, 92,1 MHz.
  • O site para ouvir os programas anteriores e conhecer o trabalho dos artistas já visitados é www.fazbarulho.com.br
  • No domingo, a Rádio Universitária, 107,9 MHz, veicula, das 18 às 20 horas, o programa Se Liga. Há 10 anos no ar, hoje o espaço é comandado por Davi Favela, Karen Negona e Liduína, ``a linda do trilho``. 
Fonte: O Povo Online

2ª Ação Hip Hop Família!


22 Outubro 2009

Concurso: Novo Logotipo do Loko do Cerrado!

Aproveitando a mudança de endereço do blog, decidi abrir um concurso para os "Grafiteiros Digitais" criarem um novo logotipo para a página inicial do blog em substituição a esse aqui:



Alguns pré-requisitos:

- o novo logotipo deve ter a mesma largura: 900 pixels;
- a altura pode variar entre 300 e 400 pixels, ficará a critério do concorrente;
- no novo logotipo deve conter o nome Loko do Cerrado sem acento circunflexo ( ^ );
- deverá conter o novo endereço do blog: www.lokodocerrado.com .

A premiação será da seguinte forma:

- (1º lugar) uma conta Premium do Rapidshare totalmente grátis válida por 30 dias (vários downloads simultâneos sem tempo de espera);
- (1º lugar) propaganda do vencedor na página principal do blog (banner, contato, etc.) por tempo indeterminado;
- (1º, 2º e 3º lugares) entrevista com os 3 finalistas do concurso.

Os interessados terão até o dia 20/11/2009 para enviar os logotipos para analise no email: 

lokodocerrado@gmail.com

Serão escolhidos 3 logotipos que serão apresentados no blog aos usuários e colocados em votação através de enquete.
Os usuários do blog terão do dia 23 a 29 de novembro (uma semana) para votarem no logotipo preferido!
No dia 01/12/2009 será apresentado o novo logotipo oficial do blog Loko do Cerrado e será postada a entrevista com o vencedor do concurso.

Se você tem o talento de 'grafitar  na net' não fique de fora, participe e divulgue seu trabalho!

Mais informações:


Steel t.c.c. Loko do Cerrado

18 Outubro 2009

Google Sidewiki

Bom, para variar, hoje me surpreendi com mais uma inovação do Google: o Sidewiki!

Essa invençãozinha poderosa permitirá que as pessoas deixem comentários nas páginas que visitam, além de poderem também ler os comentários dos outros visitantes. Tudo fora do site! Isso mesmo, é a chance de comentar uma postagem de sites que não permitem comentários!

Está prevista a integração como Twitter e com o Facebook
Quem instalou a Barra de Ferramentas do Google recentemente deve ter percebido esse novo botão, totalmente integrado à sua conta do Google.

Outra coisa interessante é pra quem possue blog no Blogger.com, automaticamente o comentário feito no Sidewiki será postado em seu blog e é exatamente isso que eu estou testando agora.

Essa postagem está sendo realizada através de um comentário que estou fazendo, por meio dessa nova ferramenta, na própria página do Sidewiki!

Como sempre digo, o melhor jeito de aprender é 'fuçando', então aproveite, faça login em sua conta do Google, clique no botão do Sidewiki na Barra de Ferramentas e deixe seu comentário sobre essa postagem!

Para quem estiver lendo esse comentário pela página do Sidewiki, visite meu blog: http://www.lokodocerrado.com e você verá esse texto postado lá, mas foi tudo feito aqui, no Sidewiki!
E viva a 'Gugolsfera'!

Steel t.c.c. Lôko do Cerrado!
referente a:
"Google Sidewiki"
- Google Sidewiki (ver no Google Sidewiki)

16 Outubro 2009

Lords of the Underground - Here Comes the Lords (1993)

Cover

 

 

1. Here Come the Lords   
2. From da Bricks 
3. Funky Child  
4. Keep It Underground 
5. Check It - (remix) 
6. Grave Digga 
7. Lords Prayer 
8. Flow on (New Symphony) 
9. Madd Skillz 
10. Psycho   
11. Chief Rocka  
12. Sleep For Dinner - (remix) 
13. L.O.T.U.G. (Lords of the Underground) 
14. Lord Jazz Hit Me One Time (Make It Funky) 
15. What's Goin' On - (bonus track)

Classe 'A' Beats Apresenta Mixtape Originas e Remixadas Vol. 1 (2009)




1. Common – The Light (Remix)
2. Ogi – Por aí vou vagar (Remix)
3. 2pac – Letter 2 My Unborn (Remix)
4. Inumanos – Monstros Lapa (Remix)
5. Inspectah Deck – R.E.C Room (Remix)
6. AXL – Uma Lágrima (Remix)
7. Daganja – Vai Buscar (Remix)
8. Inquilinus – Regras e Critérios (Remix)
9. Elo da Corrente – Ei (Remix)
10. Emicida – Triunfo (Remix)
11. KRS One – Fucked Up (Remix)
12. Cabes – Diga Sim (Remix) – BÔNUS





Com a palavra, Diego 157:

"Salve,



Antes de tudo, gostaria de me apresentar: sou conhecido como Diego 157, Beatmaker e Mc do grupo de rap 157 Nervoso de Salvador-Ba. Lancei recentemente, em parceria com o blog Per Raps, uma mixtape de remixes chamada “Originais e Remixadas Vol. I”. A compilação traz nomes como Common, Ogi, 2Pac, Inumanos, Daganja, Inspectah Deck, Emicida, Inquilinus, Cabes, AXL e KRS One, com seus respectivos sons remixados por mim e com autorização dos artistas brasucas."



Contatos:

15 Outubro 2009

Lívia Cruz: a ousadia de quem sabe o que quer!


Nascida em 11 de outubro de 1985, na cidade de Recife (PE), Lívia Fontoura Silva Cruz, conhecida no Rap como Lívia Cruz, iniciou sua experiência musical com 14 anos de idade, quando começou a compor seus primeiros versos e rimas, passando a integrar um grupo de Rap de sua localidade. Em sua adolescência, se mudou para o Rio de Janeiro em busca de profissão, onde teve contato com o coletivo Brutal Crew e gravou a sua primeira música, “Viúva Rainha”, produzida por DJ Babão. Sua primeira faixa rendeu indicações ao prêmio Hutuz em 2003, além de ser indicada em 2007, com a faixa "Mel e Dendê". Lívia concorre na premiação Hutuz, na categoria Demo Feminina do Século. Atualmente trabalha em seu primeiro disco oficial, ainda sem título. A cantora já participou de projetos com grandes produtores e grupos da cena. A seguir, confira algumas idéias de Lívia Cruz, artista que é destaque na mixtape "Rotação 33", do DJ KLjay.

Central Hip-Hop: Nos fale sobre seus projetos atuais e futuros. No que está focada neste momento?
Lívia Cruz: Agora estamos na reta final da produção do disco, são milhões de detalhes, vai muito além da composição, letra, gravação, voz. Por ser o primeiro, estou surpresa com a complexidade do negócio, mas estou aprendendo e curtindo o processo. O disco é uma parceria minha com o produtor Ariel Haller, nos conhecemos durante as gravações do Viela 17, no ano passado, começamos a trabalhar juntos, e a identificação foi imediata, nesse período de um ano criamos uma sintonia e o trabalho fluiu. O Ariel está pra lançar uma coletânea só com vocais femininos, gente da pesada como Indiana Nomma e Ellen Oléria, mulheres de varias partes do Brasil participarão, eu to junto, acho esse disco uma iniciativa muito maneira, de trabalhar com foco na mulher, na sua sensibilidade e na sua força, as faixas estão lindas! Além dos meus projetos, sempre recebo convites pra participações, faço com a maior satisfação, é uma forma de transitar e conhecer outros universos. Agora, em especial, estou na expectativa da Coletânea da “SALLVE”, de uma grife de Curitiba, que está sendo produzida pelo Nave e já está fazendo barulho por aí. Por hora é o que eu posso adiantar.

CHH: Como foi participar do projeto “Rotação 33” do DJ KL Jay, um dos mais conceituados do Brasil?

Lívia Cruz: Eu considero como um marco na minha trajetória musical, antes e depois do Rotação 33. Encontrei com o Kleber na Lapa, no começo de 2006, quando eu tava divulgando meu CD Demo, no Rio de Janeiro, um tempo depois, ele entrou em contato comigo, dizendo que curtiu minhas musicas, e me convidou pro projeto, claro que eu confirmei presença imediatamente. Meses depois, fui com o Aori gravar uma faixa em Sampa, achei que tava pronta, fiquei ensaiando no ônibus pra chegar ao estúdio afiada e, no momento da gravação, vi que faltavam alguns versos pra ficar certinho no tempo da música, escrevi o que faltava lá mesmo na hora, foi um desafio, por tudo que estava envolvido, mas acabou sendo mais um tempero, fiquei muito feliz com o resultado. Já em 2007, o Kleber me ligou pra comunicar o lançamento do CD/DVD que foi no SESC Pompéia, na época eu tinha acabado de dar à luz minha filha, e achei que não poderia participar, ele fez questão da minha presença, e me deu toda estrutura pra que eu pudesse ir com ela. Eu fui, e foi lindo, o teatro cheio, tinha gente na platéia que já sabia as letras, foi emocionante, o filme foi exibido lá mesmo antes do show, as imagens ficaram muito maneiras, captadas e editadas pelos caras da TREZE produções. No Rotação 33, tive oportunidade de conhecer pessoas sérias, focadas, eu aprendi com eles a encarar o Rap como profissão, mudou minha visão completamente, ali eu me reconheci e fui reconhecida, sou muito grata ao Kljay e aos Mestres de Cerimônia, Aori, Max BO, De Leve, Gaspar, Indião, Phantom, Flora, Fator, Parteum, Kamau. Fiz amigos nesse trabalho, isso é muita riqueza inesquecível!

CHH: O que você acha que falta no Rap brasileiro atualmente?
Lívia Cruz: O que falta ou o que sobra? Essas duas perguntas são difíceis, e se elas não viessem pra mim, dificilmente eu tocaria no assunto. Acho que ta sobrando gente que acha que é fácil, rimar, produzir uma música, manter uma festa, promover um show, essas pessoas acham que é só por uma roupinha maneira, encher o vocabulário de gíria bater no peito e dizer que “é O RAP”. Está sobrando gente que a acha que copiar o outro vai dar resultado, está sobrando cara que propõe trabalho em troca de sexo, está sobrando mina que aceita. Olha, não sei se serve de consolo, mas eu acredito que essa sobra não é uma exclusividade do Rap, acho que em todos os estilos musicais, em todas as carreiras, tem os honestos e tem os que vem só por status, fama, e sei lá mais quantos motivos que não sejam o trabalho em si, essa gente incomoda, e especialmente no Rap brasileiro, tão autodidata e tão pouco reconhecido, essa gente atrasa, mas falei ali no começo que seria difícil me ver falar disso, por que prefiro focar no trabalho antes de pensar nessas coisas. Pro meu trabalho acontecer da forma que deve ser, falta muita coisa. Falta respeito, inclusive das pessoas que também trampam no Rap, falta pra maioria de nós, falta reconhecermos nossa carreira, viver isso, acordar cedo, ter disciplina, ralar de verdade, falta grana, saber usar essa grana, falta tanta coisa. É isso, lutamos com as armas que temos nas batalhas que escolhemos.

CHH: Você acha que ainda existe machismo e preconceito no Rap?
Lívia Cruz: Existe sim, muita coisa mudou, mas a gente ainda sente uma discriminação, vivemos numa sociedade machista, sentimos isso em todo lugar, não é uma exclusividade do Rap. Na verdade, a expectativa dentro do Rap, do Hip-Hop em geral, era de que esse preconceito não existisse, ou fosse menor, por ser uma proposta revolucionária, contrária aos conceitos estabelecidos pela sociedade, mas não é assim que vem acontecendo na pratica, aí caímos naquela velha discussão de que “é a arte que influencia o comportamento ou comportamento influencia a arte, mas essa discussão é sem fim, por que as duas coisas acontecem. Hoje eu me sinto confortável onde estou, fui recebida pela porta da frente numa casa construída com muito esforço e coragem. Dina di, Nega gizza, Lady Cris, Rubia, Negra Li, são algumas dessas mulheres que conduziram essa historia muito bem, tenho muito orgulho de fazer parte disso.

CHH: Fale um pouco sobre seu primeiro disco solo. O que vem por aí?
Lívia Cruz: O que vem por aí é bem ousado, um passeio no universo feminino em seus extremos, é polêmico, sexy, bem minha cara e de muitas minas, as faixas estão bem ricas, além dos samples contamos com a presença de instrumentos musicas, um diferencial nos discos de Rap Nacional. As musicas são em sua maioria assinadas por mim e pelo Ariel, mas o disco vai vir com varias participações, nas produções e nos vocais. Don L, Angel Duarte, Japão, De Leve, Dario, Nave, são alguns nomes confirmados. Lançaremos um novo single nas próximas semanas.

CHH: O que costuma abordar em suas letras? O que costuma ouvir, e o que te influência em suas composições?
Lívia Cruz: Eu escrevo sobre os sentimentos, tento questionar mais do que trazer respostas. Não escolhi uma linha, uma única bandeira, vai do momento, vem muitas vezes do que um instrumental me fez pensar, uma imagem, um desejo, uma pessoa nova que eu conheci e mudou meu dia. Gosto de falar de amor por si só, e além do romance, percebo que anda faltando isso no cotidiano das pessoas, falta gentileza, consideração, autoestima, as pessoas andam muito mais preocupadas em ter do que ser, eu vejo as pessoas muito solitárias, me sinto assim também, quando escrevo dou forma as coisas em que acredito, nas linhas, nos contrastes, nas letras eu idealizo, me fortaleço, daí não me sinto mais só. Eu gosto das vozes femininas, Marisa monte, Ellen Oleria, Céu, Erikah Badu, Jill Scott, Sade, Alcione, Keyshia Cole e por ai vai... Minhas seleções variam muito, tem reggae, samba, house, funk, curto a música que me emociona e embala, não importa muito o gênero, adoro sair pra dançar, nessas ocasiões sou mais do batidão, e em casa mais das baladinhas românticas, sou fã do Belo, pra mim é um dos melhores cantores do Brasil. No Rap, eu procuro sempre me atualizar das novidades, é raro eu comprar um disco, mas tenho os do Emicida, Kamau, DVD do GOG, do MV Bill, mas a maioria eu ouço mesmo nos Myspace, ou baixo na internet. Aqui em Brasília os caras tem um jeito único de fazer Rap, quando você ouve já se liga, eu adoro, acho muito swingado, Tati Beladona, Lil chic, Don Gerson, Viela 17, as produções do Duck Jay, vários. Sobre o que me influencia, respondi um pouco na pergunta anterior, eu gosto de ser livre, da musica livre, liberdade traz responsabilidade na busca pelo equilíbrio.

CHH: Recentemente você concorreu no quadro Garagem do Faustão, da TV Globo, e teve uma excelente aceitação do público. O que você acha que falta para que o Rap tenha seu espaço garantido nos veículos de comunicação em massa?
Lívia Cruz: Não falta nada, algumas das figuras mais importantes do Rap nacional tem esse espaço e não usam porque não querem, outros usam o espaço que tem, da forma que acham adequado. O mercado musical está cansado, está sem novidades há muito tempo, quando eu digo “o mercado”... estou falando o da massa, o da grande indústria, das gravadoras, seus programas de TV e rádio. Uma prova disso é essa renovada que a MTV deu na sua premiação, tanto nas categorias, quanto nos critérios de indicação, o garagem do Faustão, como tantos outros semelhantes, surgiram por isso. Acho que estamos em um momento bom, nós do independente, de criar novos mercados, novas formas de fazer o negócio, e bom também pra nós do Rap em especial, enquanto essas novas fórmulas vão surgindo, vamos ocupando os espaços, nos renovando também, o Rap é a cara da juventude brasileira, uma das provas, é que essa gente que opera a máquina da indústria,andou colocando umas cópias nas prateleiras, mas essas não vendem, por que ao contrário do que eles pensam, nossa gente não é burra. Aos poucos eles se renovam também, começam a pensar de outro jeito.

CHH: Fale sua trajetória na música. Quais os objetivos que alcançou e quais ainda pretende alcançar?
Lívia Cruz: Eu já trabalhei com gente muito boa, mesmo quando era mais como diversão do que profissão. Comecei cantando com um grupo de Recife chamado “Atitude Real” que nem existe mais, já escrevia alguns versos e senti que o espaço não era aquele, então sai do grupo. Mudei pro Rio de Janeiro, vivi no bairro de Santa Tereza, pertinho da Lapa, fiz minha primeira gravação no Campo de Concentração, em um beat do DJ Babão. Aori, Iky, Funkero, e mais dezenas de visitantes produziam seus lances lá, foi uma fase incrível, de muito aprendizado, ali eu convivi com Mestres, caras de quem me tornei fã como MCs e como pessoas. O caminho me trouxe oportunidades de trabalhar com artistas muito talentosos, fiz shows com os grupos NegaAtiva, Hanna Lima, Brutal Crew, na fundação progresso, Teatro Odisseia, CCBB, Sesc Niterói, Pompeia, gravei com o Aori (Inumanos), KL JAY, Viela 17, Don L, Angel Duarte, Ariel Haller, Nave, Dario, Dj Hadji. Sabe... da primeira vez que subi em um palco até hoje, meus objetivos mudaram tanto, e tudo que aconteceu e está acontecendo, eu nunca tinha ousado imaginar, acho que essa é a graça do lance, ser sempre surpreendente. Meus objetivos hoje são viver da minha musica e continuar sendo surpreendida.

Fonte: Central Hip Hop

Correndo por fora!

No bairro Ellery, a Comunidade Reunida Hip Hop realiza encontros mensais. Ativo há mais de 10 anos, o movimento atua em toda a Regional I, em bairros como Jardim Iracema, Presidente Kennedy, Pirambu e Barra do Ceará. ``A gente trabalha com oficinas de break, rap e grafite. A ideia é não trabalhar só com a parte artística do hip hop, mas também com a parte mais politizada, de conscientização, nas comunidades``, conta Erivaldo Lavor, o rapper Kboco Doido.

Não é preciso ser artista para fazer parte do hip hop no Ellery. É o caso do professor de história Raul Campos, que faz parte da Comunidade desde 2001. ``O hip hop é uma luta baseada na cultura que a gente estuda. Considero o nosso movimento uma escola, não só uma vitrine artística, comercial. Também tem gente como eu, que não tem uma veia artística muito forte, mas que está aí principalmente para ver a questão da cidadania``, explica.

As ações da Comunidade Reunida Hip Hop são planejadas na Associação Comunitária do Bairro Ellery. ``Aqui a gente viveu a experiência da rádio comunitária, a Mandacaru FM, que está desativada desde 2003``, lamenta Raul. A rádio configurava-se como um espaço de escoamento da produção, espaços que estão cada vez mais raros - mesmo que o cenário esteja passando por uma transformação artística visível.

``A gente aqui no movimento segue a tendência de agregar elementos como o cordel, o repente, o maracatu, o manguebit. Pegar influências musicais que não são ligadas ao hip hop, mas que podem ser agregadoras, transformadoras, como o reggae, e até o brega, que, pra gente, tem um valor inestimável``, diz
Kboco Doido. Ele utiliza a cadência do cordel e temáticas regionais para compor seus sons. Foi pelo seu trabalho que, no último domingo, 27, ele foi o entrevistado do programa Faz Barulho, veiculado aos sábados pela FM Parreão.

Com apresentação de Rosanna Tavares, Pierre MC e Rinivaldo Gomes, o programa é uma aposta na divulgação do rap cearense. Rossana é atendente num hotel, Rinivaldo, o Nivaldo TX, é taxista. Pierre é o único artista, e foi da necessidade que sentia de um espaço para divulgar sua música que nasceu o Faz Barulho. Há quatro meses no ar, o programa tem um site que serve como um catálogo do movimento hip hop do Estado, abrigando perfis de grupos, rappers, grafiteiros e b-boys. ``Essa cena trabalha aqui no Ceará há muito tempo, só que ninguém sabia. Com o programa, a gente consegue divulgar esses trabalhos. E só isso deixa a gente bastante feliz``, afirma Rosanna.

Fonte: O Povo Online

As cores do som!


Não é só de rap que e constitui a cultura hip hop. A música e os versos se transformam em cores e traços de spray na arte do grafite, que dá vida aos muros cinzas da cidade.

Num fim de tarde de sábado, moradores do bairro Pajuçara, em Maracanaú, organizam-se em torno do hip hop. O palco é pequeno, e a música ainda não tocava. ``A Coelce atrasou e não ligou a energia. Já telefonamos várias vezes, e ainda não chegaram``, reclama Eliseu Filho, coordenador da Cufa Maracanaú. A opção de fazer um gato foi pensada. ``Mas é crime, melhor esperar``, pondera. Ao lado dele, o b-boy Ricardo Fernandes aguarda a vinda da eletricidade. Professor de break no bairro do Timbó, ele precisa da música para organizar a roda de dança do Curtindo na Cidade, projeto mensal da prefeitura da cidade da região metropolitana de Fortaleza.

Antes de a luz acabar, o grafiteiro Davi ``Favela`` Viana precisa correr. Ele levou várias latas de spray, mas esqueceu o rolo de pintura, que serve para adicionar cor à parede cinza e para apagar as pichações. Sobre a tinta lilás, ele e a mulher, Katiana ``Ktyta`` Pereira, esboçam o desenho que cerca de 40 minutos depois viraria um grafite. Cheiro de tinta, dor de cabeça e uma técnica impressionante. Com diferentes ponteiras no spray (que não contém CFC), o casal consegue texturas diferentes, sombras, esfumaçados e preenchimentos de cor sólida. ``Ei, tio, deixa eu pichar também, deixa``, diz um dos menino s que assistiam, curiosos, ao espetáculo. ``Ai, não é pichação, não?``. ``É não``, responde Favela. ``É arte``.

Break e grafite são os outros braços da cultura hip hop. A música, o rap, embala a dança e o desenhar de muros. Muitas vezes à base do improviso, esses artistas de rua atuam dentro das comunidades a fim de ocupar o tempo dos jovens ociosos. ``Não queremos fazer só o break. Queremos educar, afastar o jovem da droga, exercer a cidadania. É uma ressocialização a partir da conversa``, diz Ricardo.

Davi, que é do bairro do Pantanal, é presidente da Federação Cearense de Grafiteiros. Fundada há dois anos, a organização conta com 80 membros em todo o estado. O menino foi pichador dos 12 aos 19 anos. No grafite, Favela descobriu uma forma de sobrevivência e inclusão social, além de enxergar uma possibilidade de passar uma mensagem para a sociedade. ``O Ceará é conhecido por ter o grafite mais politizado do Brasil``, diz. ``Pichar também é uma forma de expressão e afirmação, de demarcar território. Também tem a adrenalina e o status, de quem picha mais alto``, faz questão de pontuar. Hoje ele trabalha com jovens em projetos sociais como o Craque Só de Bola, nome em alusão à droga que tem dominado vários bairros da periferia de Fortaleza. (Alinne Rodrigues)


Fonte:
O Povo Online

Caldeirão de ideias!


O desenvolvimento da cultura hip hop no Ceará viu o que era festa se tornar efetivamente organização, ação pensada, intervenção criativa, ou simplesmente "movimento". Assim, delineia formas específicas de arte, compreensões de sociedade, de política e de mundo.

Muito se tem dito sobre o que tenho chamado de ``novos movimentos juvenis`` e sobre suas constituições, no entanto, de um modo geral, pouco se considera suas historicidades nesse parlatório, ou, quando muito, se busca uma visão geral de suas origens, uma pretensa generalidade, deixando de lado os aspectos de apropriação, criação e recriação destes jovens em suas intervenções de ``arte-vida``.

Sobre o hip hop, em moda na mídia e na academia, bem como assediado por partidos (sobretudo de ``esquerda``) e até por instituições, esse processo é visível e exponencial destas trocas simbólicas estabelecidas entre jovens rebeldes (ou deveria dizer politicamente colocados?) e sociedade de um modo mais geral. Mas, vejamos como a história pode nos ajudar a pensar estes jovens, sua ação e intervenção social e histórica...

No início dos anos 1980, se instaura em Fortaleza, este importante movimento cultural juvenil contemporâneo, no mesmo momento em que se faz em outras cidades como São Paulo, Porto Alegre, Belo Horizonte e Rio de Janeiro (algumas leituras apressadas colocam este chegando em São Paulo e sendo ``distribuído`` para o ``resto`` do País!). Tratava-se do ``movimento`` hip hop, que aportou na cidade aproximadamente entre os anos de 1982-1984. Entende-se por movimento hip hop o todo orgânico, articulado e dirigido, composto por três manifestações: o rap (canto falado); o break (dança) e o grafite, embora mais recentemente os próprios membros do movimento tenham colocado a existência de quatro elementos, alçando o DJ (um de seus sujeitos) a esta condição.

No início, a manifestação (o mesmo ocorrera anos antes, em fins dos 1970, com os punks em nossa cidade) se restringia à musicalidade e aos bailes gerados para uma vivência coletiva dessas sonoridades expressas, de um modo geral, por bandas oriundas de outros países e depois por bandas de outros Estados do País.

Em torno dessas musicalidades paulatinamente surgiram identificações, identidades, que se constituíram o cerne das articulações que redundaram na criação dos referidos movimentos. Em outras palavras, o que era festa se tornou efetivamente organização, ação pensada, intervenção criativa, ou como eles consideram, simplesmente ``movimento``.

Surgidos ou recriados em Fortaleza (alguns autores se referem isso como práticas de hibridação ou tradução), em complexos processos, múltiplos, paulatinos e simultâneos, em lógicas próprias de constante eletividade, subjetivação e significação; gerou-se o movimento hip hop, que tem por base musical o rap, ou canto falado. Soma-se uma dança a ele associado desde seu princípio e com caráter mais articulado & o break, e, uma expressão plástica & o grafite. Ainda assim, a manifestação musical parece estar por trás destas expressões lhes dando substantivação. Este processo se ampliou para o uso de suas roupas, dos adereços, na criação de uma linguagem própria e da mídia que pratica(va)m (zines, meios virtuais, muros, etc.), dos espaços que praticam, do mundo que fazem acontecer...

Desta forma, a musicalidade gerou em práticas cotidianas novos significados para o que se convencionava como hip hop. Constituía-se sob estas práticas formas inusitadas de vivência do que eram, baseadas no que desejavam.

O movimento passou então, como resultado de suas práticas culturais e políticas, a travar contato com partidos, sindicatos, grupos políticos organizados, universidades, associações e na mesma medida em que estes contatos se davam, delineavam-se suas formas específicas de arte, sua compreensão de sociedade, de política, de mundo.

Parte das informações deste complexo processo eram oriundas de suas manifestações musicais, em que as letras se encarregavam de transmitir discursos, lógicas de orientação, ideias, críticas, enfim uma concepção de mundo própria e baseada em um instrumental teórico de uma concepção utópica: o marxismo (de onde se explica a aproximação e incorporação de aspectos do universo político).

Uma outra parte era oriunda e se orientava por intermédio de um senso estético, afetivo e eletivo que se construía em práticas na cidade de Fortaleza, quando se enveredavam pelas inúmeras trilhas que se abriam na medida em que procuravam seus próprios espaços, entendido aqui como sugere certo autor, como sendo o lugar praticado, (os shows, as apresentações, bares em que pudessem escutar sua música predileta, pequenos clubes onde essa música propiciasse a dança e o encontro; e depois em manifestações políticas em que a livre manifestação pudesse ser expressa).

Esse verdadeiro caldeirão de ideias, práticas, gostos comuns, eletividades afetivas, participação política, reivindicações de direitos, manifestação de desejos, de críticas sociais e práxis alternativas, se constituíram no cerne de suas práticas e depois de suas memórias, e pode nos orientar na compreensão dos ``novos movimentos juvenis``, que em Fortaleza, se constituíram como movimentos sociais (como dois dos mais importantes se consideram & o MH2O e o MCR) e com uma forte intervenção política, articulada em torno destas instituições do hip hop.

Por fim, é interessante lembrar que este perfil de movimento hip hop, proposto pelos jovens do Ceará, não é comum em todo o Brasil, antes existindo uma heterogeneidade que os colocam em um campo de disputas, no qual dificilmente se poderá prever o que resultará. Entre o apelo do mercado, a sedução da mídia, dos partidos, e suas concepções de cultura, liberdade, mudança, de hip hop militante x hip hop comercial se fazem as trilhas de seus movimentos...

FRANCISCO JOSÉ GOMES DAMASCENO é historiador, pesquisador do Laboratório de Estudos e Pesquisa em História e Culturas (DÍCTIS/CNPq/MAHIS) e do mestrado em História e Culturas e do curso de História da Universidade Estadual do Ceará (Uece).

Fonte: O Povo Online

Snoop 'Doggfather' Dogg, novo diretor criativo da Priority Records!


O rapper americano Snoop Dogg foi nomeado o novo diretor criativo da Priority Records, selo subsidiário da poderosa gravadora EMI. Relançada recentemente, a Priority foi umas das principais responsáveis pela consolidação do hip hop no mercado musical.

"Começar do zero com a EMI é uma sensação maravilhosa. É uma nova parceria, uma nova Priority Records. O modelo de negócios que desenvolvemos trará a herança musical de grupos como o N.W.A. de volta à cena", afirmou Snoop Dogg. Para corresponder ao novo cargo, o irreverente cantor ainda anunciou um novo apelido: The Doggfather, em alusão à trilogia O Poderoso Chefão, de Fracis Ford Coppola.

Em seu primeiro trabalho como diretor criativo, o artista lançará seu próprio disco, intitulado Malice n' Wonderlan. Cotado para sair apenas em dezembro, o esperado décimo álbum da carreira de Snoop contará com participações de grandes nomes do rap americano, como: The Dream, "Tricky" Stewart, Dr. Dre, Pharrell, Danja, Nottz, Soulja Boy, Lil Jon, R. Kelly, Brandy e Jazmine Sullivan. Para completar, o cantor ainda afirma: "Será a dose mais potente de Snoop Dogg até os dias de hoje".

Além do novo disco, Snoop Dogg também será o produtor executivo de uma edição comemorativa aos 25 anos da Priority Records. O catálogo do selo inclui clássicas gravações dos artistas mais expressivos da Costa Oeste.Em destaque, o próprio Snoop, N.W.A., Eazy-E, Master P, Ice Cube e Westside Connection e EPMD.

(Felipe Kopanski/Especial para BR Press)

Fonte: BR Press

K-Def - Beats From The 90s (2008)

Cover

 

 

1. Been There
2. Ain't No Crime
3. Monty
4. Dramaz
5. For Da Family
6. Crusading
7. Inner City Blues
8. Jam On It
9. Mont Man
10. Ron Beat
11. Spinner
12. Getting Hot
13. Take Your Time
14. Turtle Man
15. Been There Part 2
16. Urbiank

14 Outubro 2009

Big Twins - The Project Kid (2009)

Cover

 

 

1. Welcome To Queensbridge Houses
2. Intro Ft. DJ Babu From Dilated Peoples (Produced By Sid Roams)
3. Smart ~censored~ Ft. Krondon (Produced By The Alchemist)
4. When I Say G Ft. Blaq Mobb (Produced By Jake One)
5. Get ‘Em Ft. Dog From ACD (Produced By Sid Roams)
6. Interlude (Produced By Sid Roams)
7. Trip Thru The PJ’s (Produced By Sid Roams)
8. Bacon And Cheese Ft. Prodigy (Produced By Sid Roams)
9. Wanna Be Down (Produced By The Alchemist)
10. The Project Kid (Produced By Havoc)
11. How I Feel Ft. Un Pacino And Boogz From Hard White (Produced By Jake One)
12. Just Don’t Give A ***** (Produced By Sid Roams)
13. Can’t Call It Ft. V12 (Produced By Sid Roams)
14. Drop ‘Em Off Ft. Prodigy (Produced By Sid Roams)
15. When I Walk Away Ft. Alchemist (Produced By The Alchemist)
16. Number One Ft. Prodigy (Bonus) (Produced By Havoc)
17. Thunn Street Ft. Chinky (Bonus) (Produced By Sid Roams)

13 Outubro 2009

Looptroop - Rockers Good Things (2008)

Cover

 

 

1. Family First
2. The Building
3. Marinate
4. Stains feat. Mapei
5. Living On A Prayer
6. Rome
7. Grinder and Lemon
8. Naive feat. Timbuktu
9. Al Mazika feat. Alibi and Cosmic
10. Blood and Urine
11. Trance Fat feat. Rakaa
12. The Busyness
13. Puzzle

11 Outubro 2009

MC Lyte - Da Undaground Heat Vol. 1 (2003)

Cover

 

 

1. Intro with Jamie Foxx
2. Ride Wit Me
3. What Ya'll Want (featuring Christina Ginger)
4. Phone Check 1
5. Fire (featuring Neb Luv)
6. Bklyn (Live That)
7. Lyte Tha Emcee, Pt. 2
8. Phone Check 2
9. Where Home Is - Jamie Foxx
10. Where Home Is (featuring Jamie Foxx)
11. U Got It
12. God Said Lyte
13. Outro
14. Ride Wit Me [Clean Edit][*]
15. U Can't Stop It - Lee Majors
16. Supastar [*]
17. God Said Lyte [A Cappella Version]

MC Lyte - Act Like You Know (1991)

Cover

 

 

1. When In Love
2. Eyes Are The Soul
3. Search 4 The Lyte
4. Act Like You Know
5. Mickey Slipper (Interlude)
6. Poor Georgie
7. Take It Off
8. Beyond The Hype
9. All That
10. Big Bad Sister
11. Like That Anna
12. Kamikaze
13. Can You Dig It
14. Like A Virgin
15. Lola From The Copa
16. 2 Young 4 What
17. Absolutely Positively....Practical Jokes
18. Another Dope Intro
19. K-Rock's The Man

MC Lyte - Lyte As A Rock (1988)

Cover

 

 

1. Lyte Vs. Vanna Whyte
2. Lyte As A Rock
3. I Am Woman
4. MC Lyte Likes Swingin'
5. 10% Dis
6. Paper Thin
7. Lyte Thee MC
8. I Cram To Understand U
9. Kickin' 4 Brooklyn
10. Don't Cry Big Girls

05 Outubro 2009

Circuito RI - Oeste 3!

02 Outubro 2009

Dupla francesa Les Nubians faz show em São Paulo


Considerada a voz da periferia na França, Helene e Célia Faussart, fundem em seu trabalho estilos musicais como o Hip Hop, Reggae, Rap, Jazz e Pop. Sem correr o risco de cair no comum, as irmãs exploram em suas músicas as influências de diversas regiões do mundo, resultando em sonoridades exóticas e originais. Les Nubians se apresenta nos dias 06 (ter) e 07 (qua) de outubro, às 21h no Teatro Paulo Antran SESC Pinheiros. No palco, a dupla recebe participações de parte dos integrantes do grupo Moleque de Rua.

Les Nubians é a dupla de irmãs franco-camaronês que despontou nas paradas americanas com o álbum mais bem sucedido em língua francesa em mais de uma década. Seu terceiro álbum atingiu semelhante façanha atingindo bons resultados nas listas de melhores da Billboard. Um grande feito em um período no qual o world pop está cada vez mais forte e presente no cenário internacional, com grandes atrações descobertas a cada instante. Helene e Célia possuem uma grande sensibilidade ao pluralismo cultural devido à vivência em países africanos e na França. Com isso, montaram um sofisticado estilo que mistura toques de jazz, em um R&B acompanhado de letras em francês e influências de artistas como Sade, Soul II Soul, do hip-hop europeu e do novo pop africano.

Célia e Helene acreditam que o movimento de expansão internacional de suas carreiras é a continuação de uma característica marcante de seus trabalhos, a de criar pontes entre as culturas africanas e europeias, acreditam ser a melhor maneira de contribuir com soluções para aliviar as tensões existentes entre os continentes. Nesta busca, Les Nubians encontram suas raízes afro-européias em novas fronteiras culturais.

REPERTÓRIO:

• Bebela - Album Princesses Nubiennes
• El Son Reggae - Album One Step Forward
• Solide - Album Echos
• Makeda - Album Princesses Nubiennes
• Temperature rising - Album One Step Forward J'veux d'la musique – Album
One Step
• Forward Insomnie - Album One Step Forward Saravah - Album One Step Forward
• Que le mot soit perle - Album One Step Forward Tabou - Album Princesses
Nubiennes
• Upside down ( Fela cover) Nouveau titre : Liberté
Entre outras

FICHA TÉCNICA:

Helene Faussart • Voz | Celia Faussart • Voz | Nicolas Liesnard • Teclado
Jean Bguena • Violão | Hérveton Inácio • Percussão | Cassio Martins • Baixo
Simone Faustino • Percussão | Adriano da Motta • Bateria

SERVIÇO:

LES NUBIANS
Dias: 06 e 07 de outubro • ter e qua, 21h.
Teatro Paulo Autran – 1010 lugares
Duração: 1h30.
Não é permitida a entrada após o início do espetáculo. Ingressos à venda pelo sistema INGRESSOSESC, a partir de 25/09.
Não recomendado para menores de 10 anos
R$ 20,00 (inteira); R$ 10,00 (usuário matriculado no SESC e dependentes, +60 anos, estudantes e professores da rede pública de ensino). R$ 5,00 (trabalhador no comércio e serviços matriculado no SESC e dependentes).

SESC Pinheiros
Endereço: Rua Paes Leme, 195
Horário de funcionamento da Unidade - Terças a sextas, das 13 às 22 h. Sábados, domingos e feriados, das 10h às 19h.
Tel. para informações: 11 3095.9400
ESTACIONAMENTO – COM MANOBRISTA – VAGAS LIMITADAS - Veículos, motos e bicicletas - Terças a sextas, das 7h às 22h; Sábados, domingos e feriados, das 10h às 19h. Taxas: Matriculados no SESC: R$ 5,00 as três primeiras horas e R$0,50 - a cada hora adicional // Não matriculados no SESC: R$7,00 as três primeiras horas e R$1,00 - a cada hora adicional. Informações sobre outras programações ligue 0800 118220 ou consulte o site: www.sescsp.org.br

Fonte: Drop Music

Se tivesse como eu me mandava pra Sampa só pra assistir essas duas Princesas da música black porque vale a pena. Elas possuem um talento raro para música.

Quem ainda não conhece o som das Les Nubians pode catar os álbuns delas clicando na foto abaixo:




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