Minha Despedida do Blog
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Salve rapaziada, eu sou o Anderson Banks um dos editores do blog, e tou
saindo desse blog e criando outro chamado Hip Hop Diario (
http://hiphopdiario.blogs...
Artigo - Demorô (Part. Projota)
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Salvee familia, tudo certo? Hoje estou aqui para divulgar um som muito
bolado dos meus manos Artigo e Projota! Eles gravaram uma amostra na sexta
a noite, ...
Ogi: A Vaga
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Há pouco menos de um ano, o Boom Bap realizava um concurso para escolher um
beatmaker cuja batida escolhida seria usada pelo Ogi no seu disco solo,
"Crônic...
1. Pacificadores - Aqui é Favela e De Menor
2. Tribo da Periferia e Look - Tudo Começou
3. 3 Um Só - Capa de Pistola
4. Beladona - Tem Que Saber Chegar
5. Vadioslocus - A Invasão
6. Pacificadores - Altos Muleque Banda
7. Tribo da Periferia - Cururu
8. 3 Um Só - O Bagui Tá Loco
9. Beladona part. 3 Um Só - Vários Gera Vários
10. Vadioslocus - Só Pra Bagunçar
11. Pacificadores part. Wlad Borges - Não Faz Assim
12. Fidalgo part. Look - Sente o Naipe
13. Tribo da Periferia part. 3 Um Só - Falhas
14. 3 Um Só - Vai Levar Bacu
15. Look part. 3 Um Só - Atribulo
16. Beladona - Por Amor as Moedas
17. Pacificadores - Eu Queria Mudar
18. Vadioslocus e Look - Só Curto o Que é Bom
19. MDK (Goiânia) part. 3 Um Só - Um Beck Um Terel
20. Tribo da Periferia - Cheirosa
21. Mago part. 3 Um Só - Arriou
22. 3 Um Só - Jóia Rara
23. Duckjay (L.A.T.R.O.) - Tôca Na Cara
1. Introduzindo Algo 2. A Bela e a fera part. Tamara 3. Mente Doentia part. Krown 4. Vamu Embora part. Cinzo 5. Brazil Era 2000 part. Padrasto 6. Esteja Preparado part. Alex Street 7. De Rolé ! part. dusares 8. Jardim do Suicidio part. Aline 9. A Festa 10. Fazendo Amor 11. Coisas do Coração part. Fane 12. Valores da Vida part.Radical T 13. Me Sinto só!
Por Nunga
"Músicas produzidas e mixadas pelo DJ Snup, gravadas no Estúdio Natora Produções, exceto a faixa " Me sinto só " que foi produzida pela Na$k Produções para a 318 Entretenimento. Meu cordial e sincero abraço a todos que me ajudaram de alguna forma a realizar este projeto e a todos que participaram comigo..."
"Em "Momentos" tento chamar a atenção de todos para a vida que levamos hoje, sem o respeito ao próximo, sobre os políticos que não fazem nada por nós e a nossa indiferença a tudo isso. Será que é esse o futuro que queremos para nossos filhos?
Música de produção de Green Alien e participação de Flai Thunda."
Eu ouvi o som no MySpace do V.A.D.I.O. e ficou muito bom, o Green Alien arrebentou na produção usando o sample do Zé Ramalho e a letra ficou da hora, recomendo!
1. Twilight Zone
2. Killin Fileds
3. Baptized In Tha Funk
4. Gimme All Mine
5. Made A Difference
6. Lay You Down (Feat. Above The Law)
7. Can A Thug Get To Heaven
8. Rollin’ Up On Hoez
9. Gettin’ Ova (Feat. Eternal)
10. Jelly Jar (Feat. West Coast Stone)
11. Travel The World
12. Sleepin In my Bed
Poucos dias atrás Miss Hill foi filmada cantando "Turn Your Lights Down Low" e uma versão alternativa de "Doo Wop (That Thing)" no "Harmony Festival 2010" em Santa Rosa, Califórnia. Muito bom ver a grande diva em seu habitat natural: o palco!
Lauryn Hill - "Doo Wop (That Thing)" e "Turn Your Lights Down Low", confira:
O rapper Crônica Mendes, compositor e vocalista do grupo “A Família”, lança música em comemoração a Copa do Mundo – África 2010.
“Não se esqueça da África”, este é o nome da música lançada pelo rapper em parceria com Tom Silva, Jairo Periafricania e o produtor musical Cleonilson Rezende (Mr. Kreu). A música celebra a Copa do Mundo em grande estilo com muito rap nacional embalado por tambores africanos e dribles numa levada livre. Gravada no MKF Studio Digital, na cidade de Sumaré, interior paulista.
A música é para tocar em todo canto. Nos bailes, nos carros, na internet, em casa… O público tem acesso total a ela. É para celebrarmos juntos. “É tudo nosso!” Afinal, o futebol é arte de periferia que conquistou o mundo, assim como o Hip Hop. Sendo essa a maior copa de todos os tempos, por ser na África, país, continente, mãe de todos nós. Isso é sim um motivo para celebrarmos o futebol com a nossa música rap, mas sem esquecer o que vem depois, depois que a copa acabar. Hoje, a África é o centro do mundo, mas quando o espetáculo for embora, a África continua sendo.
Baixe agora o som:
Não se esqueça da África - Crônica Mendes part. Tom Silva e Jairo Periafricania
O CLIPE
Novamente a arte da jornalista Nina Fideles, no comando das filmagens e edições do vídeoclipe, se junta à interpretação e a letra de Crônica Mendes. Este é segundo clipe do rapper, produzido e dirigido pela jornalista.
Música
Título: Não se esqueça da África
Autor: Crônica Mendes
Participação: Tom Silva e Jairo Periafricania
Produção: Cleonilson Rezende no MKF Studio Digital
Artistas que usam a música para criticar governo deixam o país para evitar prisão!
Por Nazila Fathi
Parisa lembra o momento exato em que ouviu a primeira música de Shahin Najafi, um rapper iraniano que vive em exílio na Alemanha, na televisão via satélite ilegal que assiste na pequena cidade de Karadj, a oeste de Teerã. "Suas palavras me cortaram como uma faca", ele disse.
Parisa, um estudante universitário de 24 anos, ficou acordado durante toda a madrugada em uma noite recente, quando a conexão à internet estava mais rápida, baixando músicas de Najafi.
Desde que as autoridades iranianas reprimiram as manifestações que abalaram o país depois de uma disputada eleição há um ano, músicas de protesto passaram a confortar e inspirar a oposição. Ainda que os protestos nas ruas tenham sido calados, as músicas têm conquistado mais espaço e se tornado mais expressivas. O governo, no entanto, tentou todos os métodos possíveis para abafar o que se tornou conhecido como "música de resistência".
Websites que disponibilizam os downloads foram bloqueados e redes sociais, usadas tanto para disseminação da cultura de resistência quanto para para organizar protestos e distribuir vídeos sobre a violência governamental, foram fechadas.
Em abril deste ano, um grupo pró-governo que se auto-intitula "cyber-Exército" tirou do ar o website de Najafi. O grupo, que também invadiu o Twitter do iraniano em dezembro, deixou uma mensagem dizendo que o website havia sido "conquistado por combatentes anônimos de Imam Zaman", uma referência ao messias xiita.
No final de dezembro, as autoridades detiveram Shahram Nazeri, um importante músico clássico persa que gravou a música "We Are Not Dirt or Dust" (Não Somos Poeira ou Pó, em tradução livre) em uma resposta às palavras usadas pelo presidente Mahmoud Ahmadinejad para caracterizar os manifestantes anti-governo. O governo tomou seu passaporte, além de intimidá-lo. Nazeri não lançou músicas novas desde então.
Mas tentar proibir músicas na era digital é como tirar água de uma esponja úmida. Músicas de protesto são baixadas pela internet, vendidas no mercado negro ou compartilhadas via Bluetooth, uma tecnologia sem fio que os iranianos têm adaptado para compartilhar arquivos por celular, evitando completamente a internet. Os fãs também fizeram centenas de vídeos caseiros, que mostram imagens e músicas de protesto, que são publicados online.
Asssita a um vídeo de Shahin Najafi:
Parisa ouviu a música de Najafi pela primeira vez na emissora Pars TV, um canal via satélite da oposição que é transmitido de Los Angeles. Apesar de ser bloqueado pelo governo desde o último verão, o website de Najafi ainda pode ser encontrado por iranianos especializados no uso da internet com a ajuda de programas que evitam a vigilância governamental.
Nativo da cidade de Bandar Anzali, Najafi comprou seu primeiro violão quando fez 18 anos e aos 25 já havia sido expulso do país por uma música que satirizava um clérigo local.
Ainda que a proibição do Irã à música pop, condenada pelo governo como não-islâmica, tenha sido aliviada em 2000, durante a era de reformas do presidente Mohammad Khatami, apenas música sem teor político era tolerada.
A satírica "I Have a Beard" ("Eu Tenho Barba", em tradução livre), de Najafi, foi longe demais e três anos de prisão e 100 chibatadas esperam por ele caso volte ao país. Como outros artistas iranianos no exílio, o coração de Najafi é dividido por fronteiras: sua vida é na Alemanha, onde tem liberdade artística, mas a sua terra natal sempre será o Irã.
Dando sequência à onda atual de filmes que retratam a vida de astros da música, o próximo a ganhar uma biografia é Tupac Shakur, um dos ícones do hip hop americano, assassinado em 1996.
Em entrevista ao site britânico Digital Spy, o diretor Antoine Fuqua afirmou que seu próximo plano no cinema é uma cinebiografia sobre o polêmico rapper, cujas filmagens deverão ser iniciadas em setembro.
"Estou trabalhando nisso há algum tempo com (a produtora) Morgan Creek e Jim Robinson (CEO da empresa). Recebi o sinal verde dele e estamos começando a preparar tudo", explicou.
Segundo ele, o papel do rapper possivelmente será feito por um novato, assim como o de vários outros personagens. "Claro que terei que contratar atores conhecidos, só porque eles têm diferentes habilidades. Mas quero encontrar tantas pessoas novas quanto conseguir."